A Melhor Técnica para Falar em Público
http://economia.uol.com.br/planodecarreira/artigos/polito/2012/05/09/a-melhor-tecnica-para-falar-em-publico.jhtm - Acesso em 16/05/2012
E você como se sente quando fala em público?
Por que fazemos amigos?
Olá alunos(as),
Por que fazemos amigos?
Pura, sincera, desinteressada. A amizade humana não nasceu assim. Mas um improviso do cérebro mudou tudo: criou um novo tipo de relação, que revolucionou a convivência entre as pessoas - e fez a humanidade ser o que é hoje.
por Camilla Costa e Bruno Garattoni
Amizade é uma das coisas mais importantes de nossas vidas - CAPA - Parte 2
Em algum momento da Pré-História, a relação com estranhos passou a ser necessária. Provavelmente, isso aconteceu no momento em que grupos de hominídeos começaram a se fixar em uma mesma região, e viver em grupos cada vez maiores. E foi aí que surgiu a forma mais primitiva de amizade. “Os amigos fornecem um suporte social para os primatas”, diz o antropólogo Robin Dunbar, da Universidade de Oxford.
Há cerca de 10 mil anos, a ocitocina ganhou um papel maior. O homem fez sua primeira grande invenção - a agricultura, que viria a revolucionar a relação da espécie com o alimento (e abrir espaço para todas as revoluções seguintes). Mas ela só dava certo se tivesse a colaboração de vários indivíduos. Aí, a ocitocina deixou de ser apenas uma coisa “de família” para agir em prol da sociedade - e facilitar a formação das alianças de que a humanidade precisava. Ela nos condicionou a fazer amigos.
Experiências feitas na Universidade da Califórnia comprovaram que, quando você conhece uma pessoa que lhe pareça confiável, o nível de ocitocina no seu cérebro aumenta. Isso faz com que você se sinta mais propenso a criar uma relação com aquela pessoa. Ou seja: graças à ocitocina, o cérebro aprendeu a transformar algo que era necessário à sobrevivência - a cooperação - em prazer.
Com a evolução, a amizade deixou de ser imprescindível à sobrevivência do indivíduo. No mundo atual, para obter comida, basta ir a um restaurante. Dá para fazer isso sozinho. Mas é muito desagradável - porque o seu cérebro está condicionado a fazer alianças (e também porque, como você verá na próxima matéria, a amizade tem uma série de efeitos importantes no organismo). É por isso que procuramos amigos, mesmo que tecnicamente não precisemos deles. “A ocitocina faz com que tratemos estranhos como se fossem nossa própria família. E a amizade é exatamente isso”, diz Zak.
Como tudo o que tem base biológica, a amizade afeta os sexos de maneiras diferentes. As mulheres produzem mais ocitocina do que os homens. E isso faz com que seu cérebro se organize para ter amizades profundas. Testes feitos no Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA apontaram que, nas mulheres, as áreas do cérebro ligadas a emoções e produção de hormônios se acendem quando existe a possibilidade de conhecer alguém novo. Nos meninos, isso não acontece. É por isso que as mulheres têm, sim, amizades mais intensas do que os homens. Mas, por isso mesmo, elas também são menos tolerantes - e suas amizades duram menos. Aliás, existe amizade (sem envolver sexo) entre homens e mulheres? Existe e não existe. Por um lado, a origem desse sentimento é inegavelmente sexual. A amizade entre homens e mulheres nasceu para facilitar a reprodução e a criação dos filhotes. E ela é alimentada pela ocitocina - que é liberada durante o sexo. Por outro lado, a evolução nos tornou capazes de separar as coisas. Isso porque, quando a ocitocina adquiriu sua função social (facilitar a criação de alianças entre as pessoas do mesmo sexo), o cérebro humano também mudou. Ele ganhou muito mais receptores de ocitocina, que foram se espalhando por várias regiões cerebrais - inclusive aquelas que nada têm a ver com o desejo sexual. Por isso, a ocitocina que é liberada quando você está com amigos (seja do mesmo sexo, seja do oposto) não produz o mesmo efeito do que a ocitocina que é liberada quando você está namorando ou fazendo sexo. É diferente.
Bem menos que 1 milhão
Ter amigos só traz benefícios. Quanto mais, melhor. Mas há um limite. Um estudo feito na Universidade de Oxford comparou o tamanho do cérebro humano, mais precisamente do neocórtex (área responsável pelo pensamento consciente), com o de outros primatas. Ele cruzou essas informações com dados sobre a organização social de cada uma das espécies ao longo do tempo. E chegou a uma conclusão reveladora: 150 é o máximo de amigos que uma pessoa consegue ter ao mesmo tempo.
Para que você mantenha uma amizade com alguém, precisa memorizar informações sobre aquela pessoa (desde o nome até detalhes da personalidade dela), que serão acionadas quando vocês interagirem. Por algum motivo, o cérebro não comporta dados sobre mais de 150 pessoas. Os relacionamentos que extrapolam esse número são inevitavelmente mais casuais. Não são amizade. Outros pesquisadores foram além e constataram que, dentro desse grupo de 150, há uma série de círculos concêntricos de amizade: 5, 15, 50 e 150 pessoas, cada um com características diferentes (veja no infográfico).O curioso é que esses círculos já haviam sido mencionados por filósofos como Confúcio, Platão e Aristóteles - e também estão presentes em várias formas de organização humana. Na Antiguidade clássica, 5 já era considerado o número máximo de amigos íntimos que alguém poderia ter. Tirando o futebol, 12 a 15 pessoas é a quantidade de jogadores na maioria dos esportes coletivos. Cinquenta é o número médio de pessoas nos acampamentos de caça em comunidades primitivas (como os aborígenes da Austrália, por exemplo). Cento e cinquenta é o tamanho médio dos grupos do período neolítico, dos clãs da sociedade pré-industrial, das menores cidades inglesas no século 11 e, até hoje, de comunidades camponesas tradicionais como os amish (que dividem uma comunidade em duas quando ela ultrapassa as 150 pessoas). Os 150 podem, inclusive, ser a chave do sucesso profissional. Como no caso da Gore-Tex, uma empresa têxtil americana que se divide (e abre uma nova sucursal) cada vez que seu número de funcionários passa de 150 pessoas. A vantagem disso é que todos os empregados se conhecem, têm relações amistosas e cooperam melhor. “As coisas ficavam confusas quando havia mais de 150 pes-soas”, explicou o fundador da empresa, William Gore, numa entrevista concedida alguns anos antes de morrer, em 1986. E a aposta nesse modelo de organização deu certo. A Gore-Tex virou uma multinacional com US$ 2,5 bilhões de faturamento anual - e é apontada pela revista Fortune como um dos 100 melhores lugares para trabalhar desde que esse ranking começou a ser compilado, em 1984.
CÍRCULO FINITO
5 amigos - São os íntimos, com quem você mais fala - e não hesitaria em ligar de madrugada ou pedir dinheiro emprestado. Para Aristóteles, 5 era o número máximo de amigos verdadeiros.
Grupo de empatia
15 amigos - São pessoas bastante importantes para você - se alguma delas morresse amanhã, você ficaria muito triste. Este grupo pode incluir gente do trabalho ou amigos de amigos.
Número típico
50 amigos - É o número de amizades mantidas pela maioria das pessoas, e também o tamanho médio dos agrupamentos humanos primitivos (como bandos de caça).Limite
150 amigos - Máximo que o cérebro consegue administrar ao mesmo tempo. São as pessoas cujos nomes, rostos e características você consegue memorizar e acionar caso seja necessário.
Da gestão familiar à governança corporativa: Ser executivo em uma empresa familiar não é uma tarefa para qualquer um
Por Flávio Ferrari
É bastante comum o uso da expressão “profissionalização da gestão” quando tratamos da transição da gestão familiar, conduzida pelo fundador da empresa ou familiares sucessores, e a gestão feita por profissionais sem vínculo de parentesco com a família. Essa expressão é equivocada e, de certa forma, ofensiva à família fundadora de empresa, pois sugere que sua gestão não seria profissional.
Existem aspectos positivos e negativos em ambos os modelos de gestão, mas “profissionalismo” certamente não é o que faz a diferença entre elas. Não podemos ignorar o fato de que a maioria dos argumentos a favor da “profissionalização da gestão” vem de “profissionais”. Logo, não são completamente isentos.
Um dos argumentos mais utilizados para criticar a gestão familiar é seu “personalismo”. Os acionistas, acumulando a função de gestores, tenderiam a “misturar” seus interesses pessoais com os da empresa. Mas, convenhamos: na prática, não são poucos os executivos “profissionais” que têm a mesma atitude. Aliás, ao optar pela gestão por executivos contratados, os acionistas devem contar com isso e adotar sistemas de incentivo que alinhem os interesses “pessoais” com os objetivos da empresa.
Vamos abandonar a expressão “gestão profissional” e substituí-la por “estrutura de governança corporativa”. Uma estrutura (ou sistema) de governança corporativa convencional pressupõe que os acionistas têm um lugar especialmente reservado para eles (o board), que a gestão será feita por executivos contratados em função de sua competência e que serão estabelecidos processos para garantir que a “alta gerência” trabalhe alinhada com os interesses dos acionistas, sem se esquecer dos demais stakeholders (partes interessadas).
Traduzindo, uma estrutura de governança corporativa visa a garantir que a empresa seja dirigida com a mesma determinação e comprometimento da gestão familiar e, no mínimo, com a mesma competência.
Essa “complicação” só se justifica quando:
- os fundadores já não têm interesse em administrar diretamente a empresa;
- a empresa cresceu muito ou o contexto sofreu grandes alterações, de modo que os empreendedores/fundadores já não reúnem as competências requeridas para a gestão cotidiana do negócio;
- uma nova geração de acionistas não tem interesse ou a competência requerida para a gestão do negócio;
- existem problemas insuperáveis de sucessão na família fundadora.
Em qualquer dos casos, essa transição não é fácil. O desafio recorrente que mais observo é o da confiança. Costuma ser muito difícil para os fundadores acreditar que um executivo contratado vá cuidar do seu negócio com a mesma preocupação e dedicação. Isso gera um dos problemas mais comuns na fase de transição: a dificuldade para delegar autoridade de forma compatível com a responsabilidade.
Pode parecer óbvio que contratar um diretor geral (ou CEO) significa que ele deva ser o responsável por conduzir a empresa. Mas não espere que a transferência de autoridade para tanto seja automática e sem traumas.
Na medida em que a “alta gerência” (ou seja, os executivos contratados para dirigir a empresa) assumam sua responsabilidade e exerçam a autoridade correspondente, apenas prestando contas ao board de acionistas, é relativamente comum um sentimento de insegurança e a expressão “ditadura dos executivos” (ou alguma semelhante) passa a frequentar os encontros privados de acionistas, traduzindo o sentimento de que os executivos contratados querem “mandar na empresa”.
Esse sentimento dificilmente é superado pelos sócios-fundadores e justifica suas idas, vindas e interferências na gestão durante a fase de transição, mesmo quando a empresa vai bem e supera resultados.
Em algumas situações as interferências beiram o assédio moral, mas há que se dizer em defesa dos acionistas que entregar sua empresa na mão de “estranhos” não é uma tarefa trivial.
Cabe aos executivos contratados compreender essa situação e procurar conquistar a confiança dos acionistas sendo o mais transparente possível em suas ações e decisões, sem arrogância ou melindres.
Se não tiver paciência ou talento para tanto, melhor procurar emprego em companhias de capital aberto, onde os problemas serão outros.
Fonte: Administradores.com: O portal da Administração. Disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/da-gestao-familiar-a-governanca-corporativa/62740/ - Acesso em: 12 abr. 12.
5 dicas para priorizar as coisas certas no trabalho
Especialistas em administração do tempo recomendam classificar as tarefas e ter uma visão a longo prazo de seus objetivos
São Paulo – Entre pilhas de tarefas e compromissos para serem cortados da lista, é difícil saber o que priorizar. Christian Barbosa, especialista em administração do tempo, afirma que a chave para saber o que é realmente prioritário é diferenciar o que é urgente do que é importante. “Muita gente tem mania de falar que tudo é urgente. Ao final de um dia, acaba perdendo tempo”, afirma.
2 Classifique suas tarefas
Em sua opinião como administrador, você consegue administrar e priorizar suas atividades do dia-a-dia? Envie sua opinião.
Fonte: Portal exame, disponível em http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-dicas-para-priorizar-as-coisas-certas-no-trabalho?page=1&slug_name=5-dicas-para-priorizar-as-coisas-certas-no-trabalho - Acessado em 12 de abril de 2012.
Quando a contraproposta vale (realmente) a pena
O profissional deve avaliar desde a remuneração ao ambiente de trabalho da empresa.
Por Camila Lam
São Paulo – Qual a melhor opção para a sua carreira? O que vai lhe dar mais satisfação profissional? São algumas das perguntas que especialistas recomendam ter em mente antes de aceitar uma contraproposta.
Confira as variáveis que o profissional deve avaliar para saber se a contraproposta vale, realmente, a pena:
Projeto de carreira
Remuneração
Para Matilde Berna, diretora de Transição de Carreira da Right Management, quando a principal oferta da contraproposta é o aumento do salário, só há vantagem caso seja alinhada com outras oportunidades, como participar de um projeto ou algo que realmente o mantenha motivado.
Ambiente de trabalho
“Um profissional que está insatisfeito com o trabalho nem deve considerar a contraproposta”, afirma Matilde. Essa é a empresa na qual quero permanecer durante o período de três, quatro anos?
Jacqueline explica que, às vezes, o ambiente de trabalho pode pesar na decisão de mudar de emprego ou não. Se o ambiente é propício para o crescimento profissional e as relações com colegas de trabalho são satisfatórias, o profissional deve colocar na balança tudo que ele sabe sobre a outra empresa para checar se vale a pena sair.
Valores e liderança
Se o chefe inspira motivação profissional, se a empresa tem valores que permitem trabalhar com projetos que o satisfaçam, de acordo com Matilde, a contraproposta pode valer a pena.
E você, já recebeu uma contraproposta? Como avaliou?
Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/quando-a-contraproposta-vale-realmente-a-pena?page=1&slug_name=quando-a-contraproposta-vale-realmente-a-pena – acessado em 23/03/2012.
Internet é principal influenciadora na decisão de compra
Pesquisa global da Fleishman-Hillard aponta que consumidores seguem marcas nas redes sociais mais para buscar informações do que obter descontos
Rio de Janeiro - A internet é a ferramenta mais influente na decisão de compra de 66% dos consumidores, segundo um estudo global da Fleishman-Hillard em conjunto com a Harris Interactive. De acordo com a pesquisa, a web está à frente de conselhos de amigos e parentes (61%), e-mails (51%), jornais (43%), televisão (42%), mala direta (37%), revistas e rádio, empatados com 28%.
Em relação às redes sociais, 79% dos entrevistados afirmam que ao seguir alguma marca nestes sites estão mais interessados em informações do que receber descontos, que é a preferência de 76% dos consumidores. Outros fatores que motivam esse comportamento são a possibilidade de obter informações exclusivas (73%), receber respostas positivas (69%) e compartilhar conteúdo em geral (67%).
Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/internet-e-principal-influenciadora-na-decisao-de-compra - Acesso em 29/02/2012.
E você, de que forma a internet influencia a sua compra?
Empresas de internet decretam o fim do currículo no Brasil
Seguindo a tendência mundial, companhias brasileiras passam a utilizar, cada vez mais, um único critério em seus processos seletivos: a presença na web
Economia recuperará dinamismo no 1º trimestre do ano que vem, aponta indicador Serasa
Essa semana o assunto trata o tema “Economia”. Veja a importância, relevância e impactos da economia nacional no atividade econômica do país.
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica cresceu 0,2% em setembro de 2011, frente ao mês imediatamente anterior, atingindo o valor de 98,9. Foi a segunda variação mensal positiva consecutiva do indicador.
Como, pela sua metodologia de construção, o indicador tem a propriedade de antever os movimentos cíclicos da atividade econômica com seis meses de antecedência, este resultado aponta que após ter entrado em estagnação neste segundo semestre, a economia brasileira deverá retomar a sua trajetória de crescimento a partir do primeiro trimestre do ano que vem.
A redução das taxas de juros, o abrandamento das condições de crédito, a estabilização dos níveis de inadimplência, tanto das empresas quanto dos consumidores, o reajuste de cerca de 14% para o salário mínimo previsto para o ano que vem e as eleições municipais estão entre os fatores que deverão gerar dinamismo na atividade econômica em 2012, observam os economistas da Serasa Experian.
Em sua opinião como o crescimento da economia pode contribuir de forma positiva para atividade econômica do Brasil? Envie sua opinião.
Fonte: Portal Uol, disponível em http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas111/281120112n.htm - Acessado em 29/11/2011
Lucro da Vale é o Maior da América Latina no Trimestre
Essa semana o assunto é Negócios. Veja a importância e impactos dos negócios no mundo global e os seus impactos no mercado.
Mineradora teve lucro de US$ 4,25 bilhões no período
Empregabilidade
EMPREGABILIDADE
CONCEITO
É A CAPACIDADE DE GERAR TRABALHO, DE TRABALHAR E DE GANHAR.
OS SEIS PILARES DA EMPREGABILIDADE
- ADEQUAÇÃO VOCACIONAL
PARA TER MOTIVAÇÃO E PRAZER NO TRABALHO, É PRECISO ESTAR NA PROFISSÃO CERTA, EXERCER UMA ATIVIDADE QUE CORRESPONDA À SUA VOCAÇÃO.
- COMPETÊNCIA PROFISSIONAL
COMPETÊNCIA É SINÔNIMO DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL. COM ELA VOCÊ COMPETE NO MERCADO, COMPREENDE OS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS, AS HABILIDADE FÍSICAS E MENTAIS, O JEITO DE ATUAR E A EXPERIÊNCIA. É DESENVOLVIDA PELA FORMAÇÃO ESCOLAR, PELOS TREINAMENTOS RECEBIDOS, PELO AUTODIDATISMO E PELA VIVÊNCIA COTIDIANA.
- IDONEIDADE
O PROFISSIONAL IDÔNEO, CORRETO, HONESTO, QUE CONDUZ SUA VIDA E SEU TRABALHO DENTRO DE PRINCÍPIOS LEGAIS E ÉTICOS, TEM A SEU FAVOR A CONSIDERAÇÃO, O APREÇO, A ADMIRAÇÃO E A CONFIANÇA DAS PESSOAS.
- SAÚDE FÍSICA E MENTAL
CUIDAR DA SAÚDE É BUSCAR CONTINUAMENTE O EQUILÍBRIO ENTRE O TRABALHO E O LAZER, ENTRE A OBRIGAÇÃO E A DIVERSÃO, ENTRE O PAPEL PROFISSIONAL E OS DEMAIS PAPÉIS QUE DESEMPENHAMOS NA VIDA. A GRANDE SABEDORIA ESTÁ EM COLOCAR O TRABALHO NO SEU DEVIDO LUGAR.
- RESERVA FINANCEIRA E FONTES ALTERNATIVAS
A PERDA DO EMPREGO SIGNIFICA O FIM DA ENTRADA DE RECEITA, UM HIATO NO SEU ORÇAMENTO.
PARA A UTILIZAÇÃO PROFISSIONAL, PARA CUIDAR DA SAÚDE, ENCONTRAR TEMPO E ESPAÇO PARA FAZER EXERCÍCIO OU PARA PROMOVER LAZER, TIRAR FÉRIAS, VIAJAR, É NECESSÁRIO DINHEIRO. UM DINHEIRO QUE NÃO ESTÁ MAIS ENTRANDO.
LOGO, O PROFISSIONAL PRECISA TER UMA RESERVA, SEJA PARA AS EMERGÊNCIAS QUE PODEM OCORRER NO DIA-A-DIA, SEJA PARA O PERÍODO PÓS-DEMISSÃO.
- RELACIONAMENTOS
QUEM CONHECE PESSOAS ADQUIRE INFORMAÇÕES E QUEM TEM INFORMAÇÕES TEM ACESSO. ACESSO E INFORMAÇÕES SÃO A GARANTIA DE UM DIÁLOGO MAIS PRODUTIVO E DE UM PROVÁVEL NEGÓCIO.
LOGO, OUTRO GRANDE PATRIMÔNIO DE UM PROFISSIONAL É SEU RELACIONAMENTO.
BIBLIOGRAFIA
MINARELLI, José A. Empregabilidade: como ter trabalho e remuneração sempre. São Paulo, Gente: 1995, p. 49-69.
Publicado pelo Prof. Moisés Lemes da Silveira.



